domingo, 25 de junho de 2017

Homem cruel amarra focinho de cadela e é condenado nos EUA

No mundo animal, notícias que causam perplexidade à
população podem ser consideradas atemporais.
Assim, a coluna reproduz nesta semana fato de 2015 que
certamente não chegou ao conhecimento da maioria, apesar
da perversidade do crime cometido contra uma cadela nos
Estados Unidos.
Irritado com hábito de sua cadela de carregar seus sapatos e chinelos para longe, o norte-americano Leonardo Dadson, 42 anos de idade, residente na Carolina do Sul, cometeu a crueldade ao prender o focinho do animal com fita isoladora durante uma semana, informou a Associação Press.

Denunciado, Dadson foi julgado e condenado a cinco anos de prisão. Na sentença, o juiz descreveu que a cadela ‘passou por um inferno na terra’.

O ato de maus-tratos provocou inchaço no focinho da cadela Cait, cuja língua ficou preta devido à falta de circulação sanguínea.

O animal foi obrigado a se submeter a cirurgia para correção dos problemas causados.
  

domingo, 18 de junho de 2017

Embora raro, cachorro também desmaia



   
 A exemplo dos humanos, cachorro também desmaia, embora isso não seja muito comum.
 Maior incidência ocorre quando faz esforço físico exagerado, crise de tosse e naqueles mais velhos.
 De qualquer forma, é indispensável exames clínicos periódicos no animal, pois alguns sintomas resultam em desmaio, tais como doença hepática, reação a medicamento, baixo nível de potássio e cálcio no sangue e doença metabólica. 

 Veterinários citam que raças como cocker spaniels, mini schnauzers, pugs, dobermann, são bernardo, dachshunds, boxers e pastor alemão são mais propensas a desmaios, que ocorrem quando o fornecimento de sangue ao cérebro é interrompido.
 Geralmente o cachorro fica esticado e há histórico de urinar e defecar.

 Em casos simples, observa-se que o cão recupera a consciência normalmente. Quando da reincidência durante curto período, recomenda-se encaminhamento ao veterinário.   

sábado, 10 de junho de 2017

Associação dos Animais já tem nova diretoria




 A A AAAC (Associação dos Amigos do Animais de Campinas) elegeu na tarde de sábado passado (27-05) uma nova diretoria para o biênio 2017-2019.
 Sérgio Peligrinelli assumiu como novo presidente da entidade, por aclamação. A composição da nova diretoria ficou dessa forma: Flávio Lamas, vice-presidente; Araci Balddini Pahim, secretária; Maria José Mattos, segunda secretária; Rosane Bovo, tesoureira; Magali Lamas, segunda tesoureira; Iraci Brasão, diretora de Abrigo; Ingrid Menz, veterinária responsável; Geremias Coelho de Sousa, diretor de Patrimônio e Mari Bovo, diretora Institucional.
 CONSELHEIROS
 Adynê Vasconcelos foi eleito presidente do Conselho Fiscal, que conta com mais três conselheiros: Eliana Vital, José Pires e Davi Lamas.
A proposta básica é dar continuidade ao trabalho de luta incessante em defesa dos bichinhos, iniciado em 1983 através de um grupo de mulheres que se solidarizavam com a causa animal.
 Atualmente, os animais são abrigados no Vale dos Amigos, um sítio com quase 100 mil m², em uma área de proteção ambiental.
 DOAÇÕES
Como não recebe ajuda de órgãos públicos, a AAAC sobrevive com a contribuição mensal de associados e realização de bingos, bazares, rifas e eventos diversos.
 A entidade abriga cerca de três mil animais, que resulta em consumo médio mensal de 16 toneladas de ração e três toneladas de carne. Os custos são acrescentados a salários de funcionários, medicamentos e produtos de limpeza.
 Para fazer contribuição de qualquer valor, a pessoa deve acessar o portal da entidade http://www.aaac.org.br/index.html  e procurar a opção Pag Seguro. Outras informações podem ser obtidas através do e-mail aaac@aaac.org.br .

sábado, 3 de junho de 2017

Proibiram mortes de cães no Festival de Yulin




Após Taiwan banir o consumo de carne de cachorro, agora a proibição chega ao governo de Yulin, na China, conforme informação da Humane Society International.
 O festival de Yulin acontece todo ano a partir de 22 de junho, para comemorar a chegada do solstício de verão. A proibição em restaurantes, através de vendedores de rua e comerciantes no festival, entra em vigor uma semana antes, e prevê multa e reclusão aos infratores.
 Todavia, consumo de carne de gatos e outras espécies ainda será permitido.
 PETIÇÃO

 A pressão para proibição do consumo de carne canina no festival foi intensificada ano passado, ocasião em que petição online foi pedida por mais de 11 milhões de pessoas, visto que os animais são indefesos.

 Durante o período foi propagado que os cães podem mostrar carinho e amor, sentir dor e solidão. Que são leais e capazes de expressar sentimentos. Em suma: que têm direito à vida.

 Pesou, também, a intenção de atrair mais turistas e transformar a imagem da cidade