Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de
Inverno de 2018, aumentou a pressão internacional contra a Coreia do Sul pela
permissão de matança de cachorros para consumo humano em cardápio de restaurantes
do país.
No
mercado de Moran, os clientes selecionavam cães vivos que acabavam mortos à
vista de qualquer pessoa, visando prepará-los principalmente em sopas e ensopado.
Reflexo disso é que o maior mercado de carne
de cão do país, Moran em Seongnam, começou a fechar as portas no início deste
ano.
No Moran eram vendidos cerca de 80 mil cães
por ano, cerca de um terço do consumo de carne de cão no país. Revoltados,
funcionários e comerciantes da atividade cobram indenização com a desativação
dos serviços.
Já havia sido denunciada condição desumana em
que os animais eram mantidos em gaiolas e os métodos usados para matá-los:
eletrocussão, enforcamento e espancamento.
FAZENDAS
O Serviço de Informação Estatística da Coreia
do Sul informou que 892.820 cães foram mantidos em mais de 100 fazendas em 2010.
Defensores da indústria alegam que comer carne
de cachorro pode melhorar a virilidade masculina e combater fadiga.






