segunda-feira, 20 de março de 2017

Coreia pode suspender consumo de carne de cachorro

 Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, aumentou a pressão internacional contra a Coreia do Sul pela permissão de matança de cachorros para consumo humano em cardápio de restaurantes do país.

 Reflexo disso é que o maior mercado de carne de cão do país, Moran em Seongnam, começou a fechar as portas no início deste ano.

 No Moran eram vendidos cerca de 80 mil cães por ano, cerca de um terço do consumo de carne de cão no país. Revoltados, funcionários e comerciantes da atividade cobram indenização com a desativação dos serviços.

 Já havia sido denunciada condição desumana em que os animais eram mantidos em gaiolas e os métodos usados para matá-los: eletrocussão, enforcamento e espancamento.


 FAZENDAS

 O Serviço de Informação Estatística da Coreia do Sul informou que 892.820 cães foram mantidos em mais de 100 fazendas em 2010.

 Defensores da indústria alegam que comer carne de cachorro pode melhorar a virilidade masculina e combater fadiga.

 No mercado de Moran, os clientes selecionavam cães vivos que acabavam mortos à vista de qualquer pessoa, visando prepará-los principalmente em sopas e ensopado.

Continua o desrespeito para obrigatoriedade de focinheira


No dia 9 de março de 2004, o decreto nº 48.533 estabeleceu regras de segurança para a condução responsável de cães, nos termos da Lei nº 11.531, de 11 de novembro de 2003.

 Conforme artigo 1º, ‘a condução em vias públicas, logradouros ou locais de acesso público exige a utilização de coleira, guia curta de condução e enforcador e focinheira para os cães das raças mastim napolitano, pit bull, rottweiller e american stafforshire terrier e as derivadas delas.

 A lei prevê multa imposta por profissionais das equipes de vigilância sanitária, e cita que qualquer pessoa poderá comunicar ao órgão ou policial quando verificada a condução de cães em desacordo com as regras estabelecidas.

 Por desconhecimento da lei ou descaso, incontáveis responsáveis pelos citados cachorros cometem infração e colocam em risco vidas de outros animais e humanos.

 CASO ESTRANHO

 Informações que carecem de veracidade, de um veículo de comunicação do no Estado de Tocantins, relatam ataque de pit bull a ladrão na cidade de Paranã.

 Segundo registro, o homem havia saltado o muro da residência quando foi surpreendido pelo ataque do cão, que lhe provocou ferimentos pelo corpo.


 Cita a reportagem que o agredido prestou depoimento em plantão policial e, já em liberdade, um juiz daquele município teria interpretado que o pit bull representa ameaça a vida às pessoas e, incontinenti, teria ordenado que o cachorro fosse trancafiado em canil da cidade para que seja sacrificado.

sábado, 11 de março de 2017

Confira as diferenças do cão caipira ao Nutella

  



 Daqueles intermináveis compartilhamentos no facebook, eis que
surge publicação traçando comparativo sobre o cachorro raiz
e cachorro Nutella.
 Sem subestimar a inteligência do leitor, cabe esclarecer que Nutella é uma marca de creme de avelã com cacau de leite, e a intenção seria comparar o cão caipira - sem frescura - com aquele tratado a
pão-de-ló.

 A tentativa de se dar mais autenticidade ao tido cachorro raiz foi
forçada, conforme ilustração.
 ROJÕES
 Todos os cães, indistintamente, sofrem com rojões. Motivo: eles têm audição apuradíssima, bem superior ao humano.
 Igualmente qualquer cão pode atacar ladrões. Se adestrado, mais ainda.
 O tido cão raiz era incitado a atacar gatos. Já não se vê isso com a mesma frequência.
Observação procedente diz respeito a raridade de banhos em cães no passado.
Motivo: não se avaliava com critério o processo de higienização do animal.

sábado, 4 de março de 2017

Bloco do Bob recebe sugestão para alterar horário do desfile carnavalesco de cachorros






 Centenas de pessoas participaram da 8ª edição do Bloco do Bob/Cãonaval 2017, no bairro Cambuí, no final de tarde do domingo (19-02), com os seus respectivos animais.
 Com concentração no Largo Santa Cruz, na Rua Santa Cruz s/n, Cambuí, em Campinas, o bloco seguiu pela Avenida Júlio de Mesquita até o Centro de Convivência, em trajeto de cerca de 800m.
 “Evitamos percurso longo para não estressar os animais”, justificou César Rocha, um dos fundadores do bloco em 2009, e gestor ambiental.
 Todavia, mensagens que circularam através das redes sociais reprovaram exposição dos animais ao sol causticante, consequentemente com o asfalto ardendo as patas deles.



 Logo, surgiram sugestões para que se altere horário do ‘desfile’, preferencialmente logo pela manhã.
 ROJÃO
 O tema rojão, escolhido para este ‘Cãonaval’, foi uma clara posição do bloco contra soltura de fogos de artifícios com estampidos.
 Embora tenha sancionado lei que proíbe soltura de rojões, o prefeito de Campinas, Jonas Donizete, vetou artigo que previa multa aos infratores. Assim, contrariou segmentos de proteção aos animais que só acreditam na conscientização se a lei mexesse no bolso dos infratores.
 Cada ano um novo tema é proposto, com música tocada em carro de som. E embalados no clima de carnaval, muitos responsáveis pelos bichinhos os fantasiaram, como é praxe anualmente.
 Bob foi um cão de rua adotado por taxistas e, devido à polêmica criada em 2009 para que fosse retirado do ponto, inspirou defensores de animais a criar o bloco carnavalesco.

Orelhas de cão são dilaceradas em luta

 Circula na internet imagem um cão da Turquia encolhido com sangramento, enquanto dois homens aparecem segurando as orelhas.
 A dupla é suspeita de estar envolvida na luta de cães.
 O sistema de justiça turca aplicou multa de cerca de US $ 1.000 dólares aos infratores. Já os legisladores foram criticados para que revejam leis de crueldade contra animais.



quarta-feira, 1 de março de 2017

Cachorródromo é discutido no legislativo de Campinas

 Campinas já discute pra valer a criação de ‘cachorródromo’. Projeto de autoria do vereador Permínio Monteiro (PV), com a tal finalidade, tramita no legislativo da cidade.

 O executivo já havia planejado mesmo projeto, com uso de área ociosa no Parque Portugal - lagoa do Taquaral - sem que prosperasse.


 Na justificativa do projeto Permínio indica áreas de praças públicas, pede que sejam equipadas com aparelhos que permitam a diversão dos animais que ficariam livre, porém com controle e segurança através da construção de alambrado baixo.

 Estima-se a existência de 180 mil cães em Campinas, com parte significativa ‘trancafiada’ em apartamentos.

 Com a proposta, o vereador defende mais liberdade aos animais.

 A ideia em si não é nova. Há três anos tem sido defendida pela jornalista Ana Paula de Moraes Carvalho, 32 anos, dona do dálmata Enzo.



Ela até coordenou uma abaixo-assinado para criação do cachorródromo naquela ocasião, sem que tivesse o necessário respaldo.