segunda-feira, 20 de março de 2017

Coreia pode suspender consumo de carne de cachorro

 Com a proximidade dos Jogos Olímpicos de Inverno de 2018, aumentou a pressão internacional contra a Coreia do Sul pela permissão de matança de cachorros para consumo humano em cardápio de restaurantes do país.

 Reflexo disso é que o maior mercado de carne de cão do país, Moran em Seongnam, começou a fechar as portas no início deste ano.

 No Moran eram vendidos cerca de 80 mil cães por ano, cerca de um terço do consumo de carne de cão no país. Revoltados, funcionários e comerciantes da atividade cobram indenização com a desativação dos serviços.

 Já havia sido denunciada condição desumana em que os animais eram mantidos em gaiolas e os métodos usados para matá-los: eletrocussão, enforcamento e espancamento.


 FAZENDAS

 O Serviço de Informação Estatística da Coreia do Sul informou que 892.820 cães foram mantidos em mais de 100 fazendas em 2010.

 Defensores da indústria alegam que comer carne de cachorro pode melhorar a virilidade masculina e combater fadiga.

 No mercado de Moran, os clientes selecionavam cães vivos que acabavam mortos à vista de qualquer pessoa, visando prepará-los principalmente em sopas e ensopado.

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